Quem visita uma casa de repouso pela primeira vez às vezes estranha a quantidade de refeições: café da manhã, colação, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia. São seis horários, e cada um tem uma razão de ser.
O apetite muda com a idade
É comum o idoso sentir menos fome, ficar satisfeito mais rápido e ter mais dificuldade para mastigar ou engolir. Pratos grandes, servidos só duas ou três vezes ao dia, acabam ficando pela metade. Porções menores e mais frequentes ajudam a pessoa a comer o suficiente ao longo do dia sem sentir o estômago pesado.
Intervalos regulares
Comer em horários fixos evita longos períodos sem alimento, que podem causar fraqueza, tontura e mais risco de queda. Para quem toma remédios que pedem estômago cheio, ou para quem tem diabetes, a regularidade das refeições também ajuda a seguir as orientações do médico e do nutricionista.
A ceia e a noite longa
Entre o jantar e o café da manhã podem passar mais de doze horas. Um lanche leve antes de dormir encurta esse intervalo e evita que o idoso acorde com fome ou fraco de madrugada.
Hidratação junto com a comida
Com a idade, a sensação de sede diminui e muitos idosos passam o dia bebendo pouca água. Sucos, chás, frutas, sopas e a própria água oferecida em cada refeição ajudam a manter a hidratação sem depender de o idoso pedir.
Comer junto também conta
A refeição em grupo, no refeitório, é um dos momentos de conversa do dia. Idosos que moravam sozinhos e comiam pouco muitas vezes voltam a comer melhor quando a mesa tem companhia.
Dietas específicas, como para diabetes, hipertensão ou dificuldade de engolir, devem seguir a orientação do médico ou nutricionista que acompanha o idoso. Leve essas orientações por escrito na visita.
No Lar Excelência da Vida
A casa serve seis refeições balanceadas por dia, preparadas na própria cozinha, com acompanhamento nutricional. Se o seu familiar tem alguma restrição alimentar, conte na conversa pelo WhatsApp ou na visita.



